Posts Tagged 'sexo'

o que te relaxa?

limites?

limites?

SEXO!

ok, essa era fácil (na maioria dos casos pelo menos, rs). mudarei a pergunta:

o que te relaxa, fora o sexo?

a leitura anda me deixando inquieto ultimamente, talvez pelo conteúdo, talvez pelo que se passa em minha mente. continuo lendo compulsivamente, coisa de cem a duzentas páginas por dia. deixei a literatura em geral estacionada este mês, por isso a lista do que ando lendo não é atualizada. não quero postar livros técnicos ali.

em contrapartida, descobri o que me relaxa no momento.

DESENHAR!

passo metade de meu dia com um lápis na mão rabiscando tudo o que vejo, penso, imagino e sinto.

o desenho tosco ai de cima é meu. tosco porque é tosco, não porque é meu, se bem que sendo meu, tosco é. simples não?

porque um balão?

tenho uma relação especial com balões, direi a vocês o significado destas engenhocas pra mim:

existe limite para essa questão do melhorar sempre?

NÃO, NÃO EXISTE!!!

todo mundo tem que se REINVENTAR até o seu último suspiro. todo mundo tem que buscar ser MELHOR do que ontem TODOS OS DIAS.

a Imagem do balão acima das nuvens significa pra mim EXATAMENTE isso. você acima de tudo, sozinho, na busca da reinvenção, da quebra de paradigmas, SEMPRE, TODOS OS DIAS.

o céu não é o limite! não existe limites.

(palavras do Ricardo Jordão que adotei como minhas desde que as li).

a (belas artes pernas) K. do Incompletudes escreveu em seu blog uma parte da primeira conversa que tivemos. para não ficarmos no passa-repassa (hmm… mais jogos?) escreverei sobre outra parte da conversa que me despertou atenção.

ela me perguntou o que realmente me motiva, aquilo que escondemos sob o travesseiro e não mostramos a ninguém.

não é uma pergunta simples, mas também nada complicado. o que me chamou a atenção, foi que ela foi a primeira pessoa que me perguntou isso na lata na minha vida.

e como nunca havia respondido a essa pergunta, nunca havia me perguntado verdadeiramente sobre ela.

a resposta, eu não direi a vocês, como foi dito, é o tipo de coisa que guardamos sob o travesseiro, neste caso, no meu travesseiro e no da K. (hmm… na mesma cama então?) (mais jogos? rs), pois como ela foi a única a me perguntar, é a única a ter o direito de resposta (não, isso não é monogamia, rs).

a trilha sonora de hoje fica por conta do Sex Pistols, afinal é o que ando escutando sem parar enquanto desenho, desenho e desenho.

Anarchy in the UK – Sex Pistols
(em péssima qualidade e ao vivo, no melhor estilo da banda) 

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o reencontro, a meretriz e o mimo

casa de meretrizes

casa de meretrizes

sexta passada reencontrei um amigo que não via há um ano. somos amigos a mais de dez anos e após uma briga feia por motivos hoje considerados fúteis rompemos nossa amizade. confesso que senti uma baita falta da amizade de D. e sempre o considerei meu melhor amigo. sou um cara muito orgulhoso e não dei o braço a torcer assim como ele. acredito que a amizade funciona mais ou menos como um namoro. excesso de convivência desgasta e cria pequenos conflitos ao longo do tempo e uma hora, a bolha explodi.

fomos a um bar que conhecemos de longa data, o freqüentamos desde a época em que começamos a sair juntos quando tínhamos nossos dezesseis anos. cheguei meia hora atrasado e ele já estava numa mesa bebendo. demos um abraço tímido, pedi um drink e começamos a conversar. cinco minutos depois nem parecia que havíamos brigado, estávamos rindo muito e colocando toda a conversa em dia.

como estávamos afiados decidimos fazer o que sempre fizemos de melhor juntos, paquerar as mulheres ao nosso redor. temos um pequeno ritual, tiramos no palito para ver quem vai à outra mesa se apresentar e abrir terreno para o parceiro. o sorteado por sua vez, pode escolher a mesa e a garota que bem entender. nessa noite o sorteado foi o D., ele escolheu uma mesa com uma loira e uma ruiva e me avisou que a loira era dele. três tragadas de cigarro, ele me chama com um aceno, pego meu copo, pertences e me junto à festa.

a ruiva era meio cavalona, mas bonita enquanto a loira era baixinha, porém bem gostosa. elas não faziam muito meu tipo, mas como o direito de escolha era de D., não tinha muito o que argumentar. livre de qualquer vontade resolvi apenas tirar um barato. pedimos uma pizza e mandamos ver nas bebidas. as horas voaram e nem me dei conta, uma coisa não posso negar, as duas eram extremamente simpáticas. D. perguntou as duas se elas não queriam ir ao apartamento dele para fazermos uma pequena festinha (confesso que foi um convite nada sutil, mas como não queria nada demais com nenhuma delas, fiz coro). as duas entreolharam-se e meio sem graça recusaram. com nada mais para render, pedimos a conta e fomos embora.

como ainda era cedo e era uma noite para se comemorar, discutíamos para qual bar iríamos até que D. me propôs uma visita a uma “casa de damas” perto dali. lancei-lhe um olhar meio irônico e disse que iria só se ele pagasse minha conta porque não seria muito difícil me arranjar nessa noite. ele rindo de deboche de mim disse que não duvidava, mas que mesmo assim a noite merecia um final para ser lembrado.

chegando lá, vimos que era um lugar simples por dentro. tinha um pequeno sofá meio velho, a tradicional luz vermelha, algumas mesas, uma pequena pista com um som velho e um bar repleto de bebidas vagabundas. o local não estava muito cheio, ao todo deveria ter meia dúzia de gatos pingados. sentamos numa mesa de canto e começamos a trocar olhares com algumas meninas. duas delas levantaram-se e sentaram ao nosso lado. D. logo afoito pegou uma delas e a levou ao quarto, eu como não me faço de rogado, comecei a instigar a menina até que ela suplica-se por meu pau dentro dela. ela estava puro fogo e eu me divertia com sua insistência.

finalmente a levei a um quarto, era pequeno e abafado. tinha apenas uma cômoda, uma cama (que rangia sem parar) e um pequeno armário para pendurar as roupas. confesso que não sou muito fã de putas, essa foi apenas a terceira vez que estive com uma. adoro intimidade durante o sexo e isso não é uma coisa que se possa encontrar nesses lugares. gosto de beijar na boca, arranhar, lamber, apertar. falando de uma maneira chula, só meter cansa e depois de algum tempo fica bem chato. 60% (no mínimo) do sexo pra mim não envolve diretamente a penetração.

resultado? minha putinha gozou três vezes e eu nem vontade senti. ela já sem fôlego pediu um tempo e me disse que queria que o namorado dela fosse como eu na cama, que demorasse a gozar e não se cansasse fácil. sarcasticamente respondi que com uma mulher como ela na cama, eu agüentaria a noite inteira fácil fácil. acho que ela não entendeu minha tirada, pois me pediu para esperar um minuto e foi até suas roupas. pegou sua pulseira (feia que dói), me deu de presente e disse que era um mimo para eu sempre me lembrar dela quando a usasse. me abraçou e disse que eu não precisava pagar a conta, cortesia dela. agradeci e me troquei (não queria mais uma sessão sem sal, nem de graça). bati na porta de D. e o chamei para ir embora. ele vestiu-se a contragosto e saímos.

paramos no Fran’s Café que ficava a três esquinas dali e fechamos a noite com chave de ouro enquanto ele não parava de rir pelo fato de eu não ter gozado e receber como prêmio de consolação uma bijouteria horrorosa da uma meretriz.

com certeza será um reencontro que renderá risadas por muitos e muitos anos. nossa parceria está refeita e muitas histórias e mulheres estão por vir.

eu já…

esse é o primeiro meme de meu blog, fui convidado (convocado) pela Urban do Eroti-cidades. o jogo consiste em listar coisas nada exemplares que já fiz na vida. vamos ao top 5.

5- eu já… trepei com duas mulheres na mesma noite (juntas na mesma cama e separadas).
4- eu já… trai a oficial com a suplente (e a suplente com uma terceira).
3- eu já… transei por pura dó (e não me arrependi).
2- eu já… aceitei dinheiro (de uma coroa gostosa) em troca de sexo.

e o meu grande feito nada exemplar…

1- eu já… amei de verdade (e fui correspondido).

sexo. e o gozo?

sou um cara sem amarras, sempre me senti assim. nunca fui com os padrões da sociedade de conhecer uma garota, namorá-la, pedi-lá em casamento e (rs) separar-se. o pior é que já perdi metade dos meus amigos de bar para as “damas de branco”.

namorei sério apenas uma vez na vida e por ironia do destino gostei da experiência, recomendo (ao menos uma vez na vida) e não me arrependo. durou um pouco mais de um ano e nunca conheci tão bem a alma de uma mulher tão a fundo e a finco. foi a única época da minha vida que fiz valer meu lado monogâmico (já escrevi aqui em algum lugar que faço até o que Deus duvida mas ser cafajeste não faz o meu tipo).

o que mais curti nesse relacionamento foi a intimidade que rolava, nos sentíamos a vontade para conversar sobre tudo, inclusive sobre nossas experiências passadas. matei a maioria das minhas dúvidas sobre o sexo feminino ai. numa noite qualquer pós sexo ela me disse, “você foi o primeiro cara com quem consegui gozar sendo penetrada, e foi logo de cara, na nossa primeira noite juntos”. rebati na lata, “seria mais fácil de eu acreditar numa história sua se você me dissesse que trepou com meu melhor amigo antes de eu chegar no seu apartamento”. ela riu e disse séria, “é verdade, sempre gozei me masturbando, imaginando, com outras mulheres, mas assim nunca. cheguei a pensar que era lésbica”, e continuou dizendo, ” a maioria das minhas amigas nunca gozaram transando com alguém também”. eu respondi, “hmm… lésbica? pega meu celular ai do seu lado, liga pra uma amiga vai? rs”.

nosso começo de relação foi atípico, terminamos na cama somente depois de mais um mês de pegação. tudo conspirava contra e nada do que planejávamos dava certo. na primeira vez que fiz sexo oral nela, ela gozou duas vezes, ficou molinha molinha… (hmm… adoro aquele gosto e cheiro de buceta molhada).

mas desta vez minha nota não é para falar de minhas proezas sexuais e sim para fazer uma pergunta que me assola desde que ouvi sua revelação alarmante, por que é tão difícil assim para as mulheres gozarem? o que lhes faltam? o que vocês querem? quais tabus devem ser quebrados? porque na masturbação o gozo rola tão fácil e no sexo com o parceiro não? tenho cerca de quinhentas perguntas para um tema só, me contem quais são são suas experiências e opiniões sobre essa quase lenda urbana (a mulher que nunca gozou).

dica para elas

como gosto de ser direto nesse tipo de assunto, façam sexo!

todos já ouviram ou disseram ao menos uma vez na vida “essa mal comida é foda, que péssimo humor…” ou algo do tipo. tomem cuidado, a próxima frase pode ser destinada a alguma de vocês.

se não estão convencidas ainda (se é que alguém precisa ser convencido disso né), confira algumas razões para fazer (muito) sexo:

Perda de peso

1- É possível queimar até 560 calorias em uma relação sexual.
2- O sexo é um dos exercícios mais completos que existe, já que entram no jogo todos os músculos do corpo.

Mais feliz

3- A prática do sexo ajuda a curar as depressões leves, pois faz circular a endorfina por meio do sistema sangüíneo, o que produz uma agradável sensação de euforia e bem-estar.
4- Um encontro sexual ajuda a aumentar a auto-estima, uma vez que a pessoa se sente muito desejada.

Relaxe

5- A desculpa de que “hoje não porque estou com dor de cabeça” é uma grande mentira. Fazer amor relaxa a tensão que comprime os vasos sanguíneos cerebrais, por isso, alivia as dores de cabeça.
6- É um ótimo remédio contra a insônia, já que com as mudanças bioquímicas que ocorrem durante o ato sexual o corpo relaxa e entra em um estado de sono profundo.

Menos irritada e mais atraente

7- Um corpo sexualmente ativo agrega maiores quantidades de feromônios – os hormônios da atração.
8- Fazer amor alivias as tensões nervosas. E por estar menos irritada, você consegue desempenhar melhor as atividades de sua rotina.

Saúde mental em dia

9- O sexo é o melhor tranqüilizante do mundo, muito mais eficiente que qualquer prescrição médica.
10- A prática com regularidade melhora notavelmente sua saúde mental, já que o sexo permite a liberação do excesso de adrenalina.

Beleza acentuada

11- Ao se envolver no ato sexual, a mulher produz o dobro da quantidade de estrógenos – hormônio responsável por manter a pele macia e o brilho no cabelo. Além do mais, retarda o processo da osteoporose e protege contra a hipertensão.
12- Suar (resultado inevitável do sexo) é saudável para a pele, pois contribui para a limpeza dos poros. Além de eliminar as possíveis dermatites, erupções e manchas cutâneas.

Lábios e pernas mais lindas

13- Beijar com freqüência permite que os lábios melhorem sua forma, cor e aparência.
14- Fazer amor ajuda a prevenir as celulites, uma vez que ativa a circulação dos fluídos linfáticos, que são os encarregados de eliminar bactérias, toxinas e outras substâncias que se acumulam especialmente nos músculos.

Treino esportivos

15- O sexo é divertido, excitante e, acima de tudo, grátis.
16- As relações sexuais freqüentes melhoram o condicionamento físico.
17- O sexo é um antihistamínico natural: pode desbloquear narinas congestionadas.

Cura de todos os males

18- A prática do sexo protege contra os problemas digestivos. Mas isso sempre e quando não venha logo depois de uma “atração gastronômica”.
19- As relações sexuais constantes podem aliviar as dores de artrite, melhorar a circulação e a produção de glóbulos vermelhos.

fonte: terra > mulher

professora de história

embalado pelos ares nostálgicos que circulam pelo meu blog, relatarei outra história de meus anos aborrecentes.

sempre fui atleta na minha adolescência, colecionava medalhas. quando mais novo era nadador, ao entrar no colegial migrei para o futebol. jogava no time do colégio mas não por gostar de esportes e sim pelo status, roupas diferenciadas, marias chuteiras e bolsa integral que era concedida aos atletas. o acordo com meu pai era o seguinte, como havia conquistado a bolsa, o dinheiro da mensalidade era meu. casamento perfeito, dinheiro no bolso e muitas mulheres no pé.

arrisco a dizer que essa foi uma das épocas que mais tive garotas de uma só vez na vida, elas queriam notoriedade por andar com atletas e eu queria era estar entre as suas pernas. ao meu ver, era uma troca justa, ambos tinham o que tanto queriam.

nunca fui um aluno exemplar, criava conflitos um atrás do outro com diversos professores, matava muita aula e pra passar de ano colava nas provas. existia um porém, não lembro de ter faltado a uma aula de história, não pela matéria e sim pela professora, a desejava, fantasiava com aquela professora.

pelos corredores corriam boatos sobre ela, diziam que ela era tarada pelos atletas, muito dos jogadores mais velhos contavam histórias sobre trepadas com ela escondidas pelos cantos do centro de treinamento ou alojamento.

lembro-me de sempre retrucar, “você e a professora V.L.? deixa de contar história mané, você não pega nem mulher direito e vem me dizer que trepou com aquela gostosa, só acredito vendo!”. e não é que vi!

já estávamos em novembro, neste ano chegamos a final do campeonato nacional entre colégios e fomos campeões. foi um grande jogo, guardo grandes lembranças dessa conquista. guardo ainda mais lembranças da festa pós título exclusiva para os jogadores.

o ônibus da delegação chegou ao colégio, a comissão e jogadores rumaram para o alojamento onde seria o local da festa. como minha casa era próxima ao colégio, nunca morei no alojamento, portanto decidi passar em casa para deixar minhas coisas e tomar uma ducha.

ao voltar, a festa já estava pegando fogo. realizei duas fantasias nesta noite. a primeira, participar de uma suruba. a segunda e que me pegou de surpresa, encontrei minha professorinha divertindo-se entre dois jogadores. louco de desejo, fiz questão de participar da festinha e a tive ali mesmo junto com meus dois amigos naquela noite.

na gaveta guardo minha medalha e na memória minha melhor professora. com ela aprendi pouco sobre história mas muito sobre sacanagem.

se você não quer fazer o serviço, eu mesmo o faço…

ahhh, minha juventude… poucos miolos e muita diversão…

cheguei do meu escritório a pouco, tive um dia pra lá de corrido visitando dois clientes em pontos opostos dessa megalópole chamada São Paulo. tiro meus sapatos, afrouxo a gravata e vou ao meu pequeno bar pegar uma dose do meu velho scotch doze anos. sento em minha poltrona, ativo o som e relaxo dando um belo trago no meu néctar dos deuses ao som de Yael Naim.

surge uma história em minha mente, algo que me aconteceu a tempos quando tinha por volta dos meus quinze ou dezesseis anos de idade. era véspera de ano novo e estava com alguns amigos em Riviera de São Lourenço. nessa época pra variar, só pensava em mulher. dizem que o que você faz na virada do ano, se repetirá durante o ano iniciado inteiro. com quinze anos e no alto da minha sabedoria logo matei a charada, sexo!

fomos a praia para conhecer e analisar nossas candidatas e como estávamos em quatro, formamos duas duplas para facilitar nosso trabalho de aproximação e conquista do alvo. se Sun Tzu era perito na “Arte da Guerra”, porque o jovem R. não poderia ser perito na “Arte da Conquista”?

após diversas manobras, ataques e os mais variados estratagemas finalmente atingimos nossos alvos e vencemos a batalha. eu que era o mais feio porém o mais charmoso e língua solta dos quatro, fiquei com o melhor prêmio (vulgo troféu na época), uma bela ruiva tão cheia de pintinhas quanto graça. visto meu progresso inicial ao lado da garota, previ uma noite espetacular.

passamos o dia todo aos beijos, amassos, pega dali e acolá. nos despedimos e marcamos de nos encontrar mais a noite na tradicional festa de réveillon que acontece por lá. me reuni novamente com os amigos e voltamos para a base (nossa casa alugada) para detalhar nossas conquistas e progressos com as garotas. após muitas histórias (das mais mirabolantes possíveis) nos preparamos para o sorteio da casa, explico. a casa tinha apenas dois quartos, fizemos um sorteio para ver quem ficava com qual quarto e os dois que sobrassem deveriam se virar no campo inimigo. a sorte que me acompanhou na conquista da melhor garota, me abandonou completamente me renegando os quartos, nesta noite tive que me virar ao relento.

de banho tomado e arrumados chegamos a festa, lá encontramos nossas garotas e cada um foi para seu canto. não lembro um detalhe se quer dessa festa pois minha ruivinha não tinha somente os cabelos de fogo, seu corpo inteiro estava em chamas. na primeira oportunidade escapulimos para um canto mais sossegado da praia e recomeçamos a pegação. por volta das onze e meia e várias indiretas finalmente a convenci a irmos ficar mais a vontade em sua casa.

chegando lá, encontramos a casa vazia, fomos direto ao seu quarto e com toda a pressa começamos a nos esfregar em sua cama. ela por vergonha pediu para eu apagar a luz enquanto tirava a roupa. debaixo dos lençóis tirei o resto de sua roupa e a minha, começamos a nos acariciar e quando finalmente ia penetrá-la ela me diz um sonoro “NÃO!”, eu surpreso disse, “não o que, tá doida?”, ela respondeu, “não quero transar mais, mudei de idéia”, eu indignado retruquei, “tá louca garota, você me trás pro seu quarto, tira a roupa, me enche de beijos e não quer mais trepar?”, ela disse, “isso mesmo, perdi a vontade.”, incrédulo e achando que era puro charme, tentei novamente. ela me xingou e virou as costas pra mim e disse, “quero dormir, pode ir embora ou fique ai se quiser.”. puto da vida sussurrei em seu ouvido, “se você não quer fazer o serviço, eu mesmo o faço…”, ela já distraída apenas disse, “faça o que bem entender.”. virei-me para suas costas e imediatamente comecei a bater uma punheta, trinta segundos depois e quase no ápice, mirei bem em sua lomba e jorrei toda minha porra pra cima dela e de seus lençóis. ela surpresa vira-se e visualizando a cena, expulsa-me de sua casa com a maior coleção de palavrões e xingamentos que já escutei na vida.

não tive minha esperada noite de sexo mas pelo menos não deixei por menos, saboreei minha doce vingança e me diverti tanto o quanto. ahhh, minha juventude… poucos miolos e muita, mas muita diversão…


autor

R. é audacioso, provocativo e comunicativo. ávido leitor, ele é freqüentador assíduo de livrarias e também um apaixonado pelo cenário underground e cultural de São Paulo. sua paixão por livros rivaliza-se apenas a sua pelas mulheres. leia mais sobre mim.

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