Posts Tagged 'relacionamentos'

solidão a dois

juro que não ia escrever hoje. juro!

tive um dia perfeito, mesmo sem dormir ontem, mas cá me vejo escrevendo, melhor desabafando novamente. (já estava deitado em minha cama, com a luz apagada!)

até onde a dor vale a pena?
por que existe solidão em sua companhia?
por que a felicidade é tão breve e eufórica?

o que está acontecendo comigo?

isso é amor ou mais um ato de sabotagem?

agora vou dormir! definitivamente isso está ficando tedioso… relevem essa alma eternamente temporariamente tortuosa! rs.

eu queria ter uma bomba.
um flit paralisante qualquer.
pra poder te negar.
bem no último instante.

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como essa cachorrada virou namoro?

foi a pergunta que fiz a D., meu melhor amigo, segunda a noite sobre hoje sua ex-namorada. essa pergunta tornou-se um divisor de águas em sua relação já conturbada a alguns meses.

o cenário foi o vegas na rua augusta a pouco mais de um ano, conhecemos a tal e sua amiga lá pelas tantas e a conversa logo virou uma brincadeira a quatro nas semanas seguintes.

após retornar de mais uma mochilada, vi que D. encontrava-se regularmente com a tal. como a vida segue, semanas tornaram-se meses e finalmente meses em um ano.

com a relação já desgastada, surgiram os questionamentos, passamos a semana discutindo se existe uma formula ou um parâmetro determinante para o início de uma relação e se existe futuro numa monogamia que começou com uma cachorrada.

afinal, existe ou não existe?

o cappuccino, a antena gay e ela

antena na av. paulista

antena na av. paulista

quinta passada a encontrei pela primeira vez depois do que ela me disse.

essa história na verdade começa na terça da mesma semana quando recebo um telefonema por volta das dez da noite com ela elogiando meu último artigo e perguntando quando iria publicá-lo (referente a meu blog (clark kent) jornalístico, ela não tem conhecimento desse). disse que estava meio sem tempo e perguntei se ela havia me ligado apenas pra falar isso. ela sem graça disse que não e perguntou se eu teria tempo pra ouvi-la, pois ela precisava muito desabafar com alguém que confiasse. sua vida profissional e pessoal esta uma bagunça, recentemente ela perdeu alguns familiares e saiu da redação onde trabalhava. a escutei por cerca de uma hora e após ela me resumir os fatos perguntei se ela não queria conversar com mais calma e sugeri que nos víssemos numa cafeteria na Av. Paulista na quinta.

cheguei por volta das oito da noite, ela já estava sentada numa mesa me esperando. ao me ver, veio ao meu encontro e me abraçou (como ela estava linda e como senti falta daquele cheiro…). sentamos e pedi um cappuccino e ela um franccino. mais calma recomeçou a me contar a história toda e num determinado momento com lagrimas brotando de seus olhos tive vontade de pegar sua mão, abraçá-la, dar-lhe um beijo e dizer que tudo ficaria bem pois estava aqui, mas segurei a onda, ainda tenho orgulho próprio e já fui até meu limite por ela uma vez, disse apenas que tudo ficaria bem. passei a noite sentindo um friozinho na barriga além de fumar um cigarro atrás do outro. sempre tive facilidade em lidar com mulheres em todas as situações, mas com ela é diferente, sei lá, ela é a mulher com quem tive a história mais forte até hoje. alem de linda (segundo minha mãe, ela lembra a Carla Bruni), ela é extremamente inteligente.

após reconfortá-la, o papo ficou mais leve. vieram a mesa mais cafés, pães de queijo, conversas sobre nossas vidas depois que terminamos e principalmente muitas risadas. ela perguntou se eu estava namorando e disse que não, não namorei mais depois que ela enegreceu meu coração. ela não esperando ouvir isso me olhou surpresa e perguntou se era sério ou estava querendo descontar. respondi rindo, “os dois”.

no fim, uma noite que tinha tudo para ser melancólica tornou-se leve e agradável. fechamos a conta e a acompanhei alguns quarteirões pela Av. Paulista (uma amiga iria buscá-la três quarteirões à frente). ao passarmos por um prédio ela aponta para seu topo e diz, “olha que antena linda toda colorida!”. continua insistindo, “olha, olha. ela fica mudando de cor!”. eu retruco, “que antena mais gay”. ela ri e me chama de bobo.

avistamos o carro de sua amiga, nos despedimos e virei para não vê-la mais naquela noite. Segui vagando pela Av. Paulista perdido em pensamentos até acabar meu maço, chamei um taxi e fui embora.

sei que essa é uma nota com um nível alarmante de sentimentalismo, mas tudo bem. irei aprontar bastante e enterrá-la nos meus arquivos mais profundos.

Carla Bruni – L’excessive

p-day e ménage à trois

minha noite começou como a maioria das outras quando vou a uma festa, som alto, banho demorado e vasta seleção de looks. ao som da diva Nina Simone, optei por um look casual. black jeans, camisa branca, all star branco (tá nem tanto), blusa listrada semi aberta e minha gravata predileta (uma skinny preta). após quarenta minutos e duas baforadas do meu melhor perfume, T. meu amigo e carona chega. devido ao feriado pegamos pouco trânsito e em poucos minutos já estávamos no local da festa nos jardins.

eram vinte e cinco prás uma e já estávamos no saguão conversando com o recepcionista do prédio, perguntamos quantas pessoas já haviam chegado (quarenta e duas até o momento) e demos nossos nomes, para serem ticados na lista. T. e eu ficamos discutindo no elevador como seria a festa. eu já sabia que seria uma noite complicada, pois vi na lista o nome de duas ex-ficantes e um casinho cheio de indas e vindas que sempre tive. estas festas são conhecidas pelos seus excessos e o anfitrião sempre frisa que ao pisar na cobertura não existe mais o mundo lá fora.

como o prédio é daqueles com um apartamento por andar, o elevador dá direto no hall de entrada. ao abrir as portas, recebemos o cartão de visita da festa. duas garotas se pegando no canto entre a janela e a fonte. sem nos fazer notar, rumamos para a sala. T. e eu mal sabíamos que a noite estava apenas começando.

na sala (principal local da festa), que fora adaptada com uma pista de dança e bar tivemos a noção real de como seria a noite. o ambiente era de pouca luz com alguns equipamentos de iluminação específicos para festas. no canto direito se localizava a mesa do dj e o telão que rodava em loop alguns filmes e clipes sensuais, ao centro ficava a pista que pulsava ao som de Justin Timberlake, Amy Winehouse, Rihanna, Yeah Yeah Yeahs, LCD Soundsystem e outras bandas na mesma linha. no canto oposto, o bar, que estava abarrotado de bebidas e dois bartenders o comandavam fazendo dos mais variados drinks e malabares. a esquerda da entrada se concentravam os sofás e pufes e ao lado a cozinha com o buffet. como sempre, a roda de drogas ficava ali nos sofás. de cara vi gente cheirando cocaína, e fumando maconha. na pista mais tarde encontrei ecstasy.

T. me disse que iria ao bar tomar um drink e procurar sua garota (só o reencontrei por volta das cinco em um dos quartos com outra garota), no centro da roda estava o anfitrião da festa, A. (merece uma nota a parte num outro dia de como o conheci). A. é o típico rico que sempre teve tudo menos limite, mas no fundo é muito amigo e tem um bom coração. ao me ver prontamente convidou-me para sentar ao seu lado, entre muitas conversas e risadas fumamos um pouco de maconha. sempre tive medo de cheirar uma carreira de cocaína, não por medo de que possa me fazer mal e sim por medo de gostar e não largar mais. do ecstasy nunca fui com a cara, principalmente por causa dos seus efeitos prolongados. não faço aqui uma apologia a favor do consumo de drogas, nunca ofereci nada a ninguém. sempre respeitei a opinião de qualquer pessoa e todas as suas diferenças. fumo apenas porque gosto, assim como outros gostam de cigarros e bebidas.

levantei-me e a caminho do bar tive minha primeira prova de fogo da noite, encontrei minhas duas ex-ficantes juntas C. e L., elas tornaram-se muito amigas depois de rompermos (fiquei com as duas no mesmo período). resultado, fui esnobado. no bar pedi minha dose habitual de whisky (um johnny walker blue label, reservado apenas para os mais chegados do A.) e fiquei ancorado ao bar onde tinha uma visão privilegiada da pista. enquanto observava o movimento na pista (que já estava cheia com cerca de sessenta pessoas sendo no mínimo quarenta mulheres) e procurava por algo interessante, sentou-se no banquinho ao meu lado o S., um japonês muito louco com quem tive o prazer de dividir por um tempo meu antigo escritório). ele já estava travado (mania de chegar cedo), mas mesmo assim demos boas risadas lembrando dos nossos causos e apertos em dias antigos no escritório.

meia hora e outra dose depois, avistei uma garota que é o meu número. branquinha, olhos azuis, cabelo preto longo e liso, baixinha e magrinha, com uma bunda grande e seios medianos, daqueles que encaixam perfeitamente na mão. Ela vestia um vestidinho preto colado que acentuava ainda mais todas suas curvas. como nunca a tinha visto antes e já estava instigado, fui perguntar a J. (uma garota que sabe de tudo e sobre todos) quem era a garota misteriosa.

seu nome era B. e era sua primeira vez nas festas do A.. como as duas eram amigas, fiz uma pequena ficha sobre a pequena B. e fui me apresentar a ela. algum tempo e muita boa conversa depois fomos a um canto da sala perto das escadas que dão acesso ao segundo andar e lá rolou nosso primeiro beijo e amassos. enquanto isto, reparei que minhas duas ex- não tiravam os olhos de nós dois e me diverti mais ainda com essa situação.

não sei o por que (me digam vocês mulheres), mas este jogo sempre funciona. pedi para B. me aguardar um instante e peguei a chave da suite do flat com o A., na volta fui interrompido duas vezes (cada vez por cada ex-) e a mudança nas duas era notável. a primeira (L.) perguntou se eu estava bem, o que andava fazendo e se ela poderia me ligar um dias desses pra combinarmos alguma coisa. a segunda (C.) seguiu basicamente o mesmo roteiro, mas por ser bem resolvida foi direta e perguntou se o meu rolo com esta nova garota iria durar mais do que estes breves amassos e sugeriu que eu a encontrasse no fundo da cozinha em dez minutos. categoricamente disse sim a primeira e pedi a segunda para aguardar meu sinal perto dali. fui ao encontro da pequena B. rumo a suíte de A.

fechando a porta da suíte a pequena B. tratou de mostrar logo todo seu poder de fogo me agarrando e me enchendo de beijos. como estava cheio de boas idéias e más intenções, pedi um pouco de calma a pequena B. e a sentei na cama. Abrindo a primeira gaveta da cômoda, peguei uma pequena venda. cheguei na pequena B. e cobri seus olhos (adoro sentir a respiração acelerada das mulheres quando vendadas por sempre existir aquela expectativa e insegurança do que virá a seguir). deitei-a na cama e sussurrei ao pé do seu ouvido que já voltava e que iria buscar uma garrafa de vinho e duas taças para ficarmos mais a vontade.

com o vinho e as taças em mão, retornei a suíte com algo que a pequena B. não esperava, a C. de tira a colo. ao ver a pequena B. deitada, C. se excitou na hora com o ménage à trois articulado por mim e como não era nosso primeiro juntos, tínhamos uma boa sintonia. a pequena B. ao notar a presença de C. ficou um pouco chocada mas entre uma taça e outra de vinho e um pouco de conversa, ela confessou que sempre sonhou com uma transa a três. mais relaxada, cedeu aos seus prazeres.

dizem que o ménage à trois é a fantasia predileta de nove dentre dez homens, de fato é. mas não se enganem os puritanos pois a curiosidade feminina é tão grande quanto a nossa.

alguns dos meus amigos acham que por serem o único homem na cama, naturalmente são o centro das atenções e os merecedores de todo o prazer. não compartilho nem um pouco com esta idéia, o maior erro deles está justamente ai. o ménage à trois é sobre o prazer dos três, do desejo compartilhado e da auto-descoberta, sem isto sempre fica a impressão de faltar algo. claro que sempre me divirto e muito, pois só participo quando existe todos os ingredientes citados. neste quesito não sou egocêntrico a tal ponto, me delicio com muitas garotas se descobrindo na cama e quase sempre (principalmente quando é a primeira vez de uma ou de ambas), me dedico ao prazer das duas antes do meu próprio. ao contrário das drogas, recomendo uma boa dose de ménage à trois a todos. a cada experiência tenho uma nova surpresa pois a história de um ménage sempre é diferente de outro.

pessoas livres de tabus e sexualmente resolvidas são mais felizes pois encaram a vida de uma maneira mais leve. procuramos apenas nossa felicidade e claro que temos problemas, todos tem, mas os levamos no mínimo com mais bom humor (ok, o momento paul rabbit de auto-ajuda para por aqui).

ménage é muito bom (pra quem já experimentou me deixem suas notas sobre suas experiências), mas já me desvirtuei demais da história inicial e voltarei a falar da outra festa, a que acontece fora do quarto. me despedi da pequena B. e C. e fui rumo a a varanda me refrescar. no caminho, numa porta entreaberta encontrei T. com outra garota como citei anteriormente, ao me ver convidou-me para outra pequena festinha, desta vez um ménage à trois mfm, mas recusei (estava esgotado) e disse para ele me encontrar no andar de baixo mais tarde para irmos embora.

fumei um filtro e fiquei um tempo fitando o céu, coisa que não fazia a muito tempo. desci e passei pelo bar, pedi mais uma dose de whisky e fui ao encontro do A. para fumarmos um pouco mais e colocarmos o resto da conversa em ordem (com a pista semi vazia e os quartos completamente cheios era o momento ideal para conversar e relaxar). relatei minha pequena festinha a ele e ele contou a dele pra mim (desculpe mulheres mas vocês falam tanto ou mais de suas experiências sexuais com suas amigas, conosco não seria diferente).

uma dose mais tarde, T. finalmente dá o ar da graça para irmos embora. nos despedimos de nossos amigos e T. ofereceu uma carona a sua garota e sua amiga por morarem no mesmo sentido. como estava com um pouco de sono e um tanto anti-social, fingi tirar uma soneca enquanto T. dirigia e se encarregava de conversar com as duas garotas. por fim decidiram que todos iriam dormir na casa dele porque estava tarde e todos muito cansados.

em menos de dez minutos já estávamos na garagem do prédio do T. ao chegar em seu apartamento, ele logo foi para o quarto com sua garota dormir enquanto eu fiquei no sofá da sala assistindo televisão com a amiga dela. conversamos muito pouco e trocamos algumas carícias e beijinhos, nada demais. prefiro ficar sem transar do que transar cansado ou sem vontade. nenhuma fofoca corre mais solta do que sobre sexo, prefiro ficar sem a ser mal cotado no meu círculo de amizades. não sei ao certo quando dormi mas sei que foi rápido, também não lembro o que estava passando na tv.

ao acordar, constatei que as meninas já tinham ido embora e como estava com uma baita dor de cabeça tomei uma longa ducha e tratei de amansar o leão que vive dentro de mim com um belo big mac (nota anterior).

p.s.: peço desculpas pelo tamanho exagerado do texto, só reparei nisto depois de escrevê-lo.
p.s.s.: sobre a nota acima, tamanho é documento.

planos?

hoje acordei com uma vontade de fazer tudo diferente. até agora escrevi apenas pequenas notas por aqui, mas como sempre gosto de experimentar coisas novas (nos mais variados sentidos), decidi escrever algo de verdade, um relato nada emocionante (talvez um pouco) do meu dia.

como prometido não começarei meu relato pela hora que acordei e sim quando fui dormir ou melhor com o assunto que tirou boa parte de meu sono. passei a noite entretido com meu novo vício, ler blogs. nesta noite em específico, selecionei o incompletudes da K.. a K. é uma mulher intensa. garotas assim, são um desafio, é verdade, são complicadas e enigmáticas. e geralmente, valem a pena. não estou aqui levantando uma bandeira vermelha ou algo parecido mas a cada dia que passa, fico mais impressionado com o poder exercido pelas palavras, esta garota tirou meu sono sem tirar nem uma peça de roupa se quer. um ato notável.

por volta das três e tantas da madrugada e já embriagado em grande parte de suas idéias, decidi ir dormir. meu desejado sono no fim das contas tornou-se um breve cochilo pois às cinco e pouquinho meu despertador me arrancou bruscamente de meus sonhos (merda, justo agora que ela estava…). lembrei-me que havia prometido caminhar com minha mãe (que idéia brilhante, ser um bom filho e ainda por cima neste frio!). passado o choque inicial e já bem desperto (nada que uma xícara de café bem quente feito na hora e um pedaço da pizza portuguesa de ontem não ajudem), fui para o sacrifício. confesso que após passar uma horinha com minha mãe, meu humor melhorou, já o sono, nem um pouco. no fim das contas gosto dos meus momentos ao lado dela.

persistindo com minha vontade (normalmente estou dormindo), decidi trabalhar (que se danem os prazos, escolhi ser freelancer justamente para poder fazer o que der na telha! quer saber, vou tirar uma folga), decidi passar a manhã todinha assistindo uma série que baixei no meu notebook, Californication (alguém já assistiu?) com o David Duchovny de X-Files (que também adoro).

após três episódios ou quase isto, cai no sono. acordei com meu celular vibrando (puta merda, é hoje. cochilei faz apenas dez minutos, não é possível! mêo, já são duas e meia! quantas horas eu dormi?), era uma velha amiga me convidando para um churrasco em sua casa, nada mal, para quem queria variar um pouco, o dia promete ser melhor do que a encomenda afinal piscina, garotas bonitas, pouca roupa, muito sol, meus melhores amigos, comida e bebida a vontade. como sempre fiquei no whisky (nem tudo tem que ser diferente). desta pequena festa não tenho muito a declarar, passei a maior parte do tempo bebendo, rindo, apostando no texas hold’em, curtindo o som nas piscina e hmm… deixa pra lá. de mais interessante foi um convite que recebi para uma festa “intima” num flat amanhã a noite numa das área mais nobre de são paulo. estas festas são famosas pelos seus excessos. se você bebe, você fica de porre; se droga, opção é que não falta; mulheres também não (é claro).

cheguei em casa a pouco, adoro a cidade no feriado livre de todo o trânsito, olho no relógio e são dez e três, tenho que trabalhar. como não tenho aula de francês amanhã, vou acordar bem tarde. preciso de um banho, a noite mais uma vez será longa.

todo fim é um novo começo?

eu não te amo mais.

está foi sua última frase. verdade ou não, ler isto me causou uma das piores sensações do mundo, e ainda causa.


autor

R. é audacioso, provocativo e comunicativo. ávido leitor, ele é freqüentador assíduo de livrarias e também um apaixonado pelo cenário underground e cultural de São Paulo. sua paixão por livros rivaliza-se apenas a sua pelas mulheres. leia mais sobre mim.

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