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solidão a dois

juro que não ia escrever hoje. juro!

tive um dia perfeito, mesmo sem dormir ontem, mas cá me vejo escrevendo, melhor desabafando novamente. (já estava deitado em minha cama, com a luz apagada!)

até onde a dor vale a pena?
por que existe solidão em sua companhia?
por que a felicidade é tão breve e eufórica?

o que está acontecendo comigo?

isso é amor ou mais um ato de sabotagem?

agora vou dormir! definitivamente isso está ficando tedioso… relevem essa alma eternamente temporariamente tortuosa! rs.

eu queria ter uma bomba.
um flit paralisante qualquer.
pra poder te negar.
bem no último instante.

insônia parte II

pois é, cá estou novamente, agora às 5:41h escrevendo besteiras. desisti de dormir, segue a vida, mais um pacote de trakinas mais recheio e meu velho copão de coca-cola, desta vez sem whisky.

trabalhar virado é costume, sem bebida, hmm… terei vantagem nesse quesito daqui a pouco, rs! (brincadeira, ainda não freqüento as reuniões do A.A., ainda…)

mas muito pra mim é tão pouco, e pouco é um pouco demais…

esse remédio para insônia é tiro e queda. al�vio imediato!

esse remédio para insônia é tiro e queda. alívio imediato!

deita, rola, enrola, levanta.
faz um chá, fuma um cigarro, deita.
vira, mexe, remexe, assiste uma série qualquer, deita.
respira, levanta, pega o notebook, escreve.

prefiro a noite, o sexo é melhor, o trabalho rende mais, terceiras intenções estão a solta por todos os lados, não tem sol nem barulho, mas existe um porém, a insônia. ela me deixa maluco quando apenas desejo dormir.

meu ritmo de vida anda em descompassado, nunca fumei e bebi tanto, me alimentei mal e fiquei sem me exercitar (sexo não conta) como agora. a insônia tornou-se rainha de minha vida.

vamos aos números:

  • 22 dias.
  • 18 noites de insônia.
  • 5 refeições (pães, salgados, doces, miojo e pastel não conta).
  • 15 mulheres.
  • 375 momentos estressantes (conta precisamente arredondada).
  • 7 bons momentos.

não sei muito de astrologia, mas a balança deste libriano está lastimável. sinto vergonha do tão pouco que li neste mês, mas cadê a concentração?

findado os lamentos, amanhã tenho um encontro.

vamos a livraria, não me culpem, foi sugestão dela, juro! rs. passaremos o fim de tarde, lendo, rindo, conversando, quem sabe um filminho? nada mal… ainda tem o café, seguirei experimentando todos os nespressos até escolher meu preferido.

às vezes me esqueço do caco que estou, nós homens precisamos de muito pouco para sermos felizes, definitivamente! rs.

Muito Pouco – Maria Rita

hmm… agora sim parece um executivo de verdade!

nada como um dia após o outro e nada como sobrepor uma nota por demais sentimental com um pouco futilidade, rs.

ontem a noite não preguei o olho, a insônia anda me atacando igual formiga ao açucareiro, estou a ponto de recorrer a remédios tarja preta (alguém conhece algum bom? sabe como é né, não sou fã de levar pauladas, rs). poucas coisas me estressam mais do que rolar horas na cama e nada de dormir.

como a hora estava avançada e tinha que apresentar um projeto a um cliente hoje bem cedo, decidi por colocar a leitura em dia, comecei a ler “Sade em Sadoma” presente da fabulosa Fernanda do sexpedia. também assisti um filme do qual sou muito fã pela trigésima oitava vez, esse filme merece uma nota especial de minha parte pois sempre o assisto quando preciso daquele estímulo a mais. é uma história como muitas outras, aprendi e vejo muitas coisas de minha vida nesse filme, mas (alguém vai me matar, tenho certeza disso…) não direi o nome do dito cujo agora, o guardarei para minha futura nota.

três parágrafos de blá-blá-blá, minha nossa! estou inspirado hoje. conto a vocês, minha apresentação entrou no hall das melhores do ano. foi um script perfeito, a sincronia com minha equipe estava tinindo! meu futuro cliente ficou todo encantado. vocês já devem estar se perguntando, essa nota é sobre o que afinal?

essa frase do título me veio a cabeça quando estava comendo qualquer besteira na madruga, foi a primeira vez que me disseram que eu parecia um executivo de verdade e não tem nada a ver com atitude, cargo ou posição, lembrem-se essa nota é pura futilidade.

era meu primeiro emprego classe A (salário alto, sala própria, notebook e carro da empresa, que vidinha chata! rs). foi lá que me acostumei e adorei usar um terno. mas quem disse que um terno faz de um homem um executivo? em um lugar onde todos os homens usam terno, não passamos de manés com roupas legais.

um dia após pegar meu notebook, ganho de presente uma bela pasta de couro. coisa fina. apareço no escritório com a tal no dia seguinte e escuto a máxima de uma colega de trabalho, “hmm… agora sim parece um executivo de verdade!”. a única coisa que fiz na hora foi tirar um barato com a garota, dois dias depois a levei para jantar e o resto, é história…

agora fica a pergunta idiota que me martelou na madrugada, “uma bela pasta aparentemente faz de um mero homem, um homem de negócios?”

com tanta desgraça (bate três vezes na madeira) no mundo, minha mente se desparafusa com isso… futil não? bem, eu avisei… rs


autor

R. é audacioso, provocativo e comunicativo. ávido leitor, ele é freqüentador assíduo de livrarias e também um apaixonado pelo cenário underground e cultural de São Paulo. sua paixão por livros rivaliza-se apenas a sua pelas mulheres. leia mais sobre mim.

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