como essa cachorrada virou namoro?

foi a pergunta que fiz a D., meu melhor amigo, segunda a noite sobre hoje sua ex-namorada. essa pergunta tornou-se um divisor de águas em sua relação já conturbada a alguns meses.

o cenário foi o vegas na rua augusta a pouco mais de um ano, conhecemos a tal e sua amiga lá pelas tantas e a conversa logo virou uma brincadeira a quatro nas semanas seguintes.

após retornar de mais uma mochilada, vi que D. encontrava-se regularmente com a tal. como a vida segue, semanas tornaram-se meses e finalmente meses em um ano.

com a relação já desgastada, surgiram os questionamentos, passamos a semana discutindo se existe uma formula ou um parâmetro determinante para o início de uma relação e se existe futuro numa monogamia que começou com uma cachorrada.

afinal, existe ou não existe?

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4 Responses to “como essa cachorrada virou namoro?”


  1. 1 Jaque junho 3, 2010 às 11:17 pm

    Acho que não existe fórmula alguma, mas acredito que relacionamento começado assim não dá certo.

    E gostei daqui, viu?

    Beijos,
    Jaque.

  2. 2 Vanessa junho 3, 2010 às 11:39 pm

    Concordo demais coma jaque rsr
    não exiet fórmula para relacionamento, existe quem dá importância para aforma com que conheceu outra pessoas, ou se apessoa fez sexo de cara, ou se bebe cerveja ou vinho e existe gente que se permite!
    Quem se permite vive mais.! Muah!

  3. 3 Cássia Pires junho 4, 2010 às 12:45 am

    Se existesse fórmula para um relacionamento acontecer e progredir haveria menos um problema no mundo. Simplesmente não existe. A diferença reside apenas no que cada pessoa acha melhor para si mesmo. Para mim, cachorrada não existe nem de brincadeira, tampouco para relacionamento e muito menos na minha vida. Dispenso.

    Beijos.

  4. 4 pontope junho 5, 2010 às 2:20 pm

    Se todo relacionamento fosse simples eles não terminariam, em sua maioria, em lágrimas. Relacionamento é pra ser assim mesmo, se for bom o suficiente para aguentarmos todas as brigas, diferenças e virgulas, é porque vale a pena a dor de cabeça que ele trás de vez em quando. Se não a gente toca o puteiro, vai pra algum bar, enche a cara, e acorda do lado de uma pessoa que você não tem a menor idéia de quem seja.


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R. é audacioso, provocativo e comunicativo. ávido leitor, ele é freqüentador assíduo de livrarias e também um apaixonado pelo cenário underground e cultural de São Paulo. sua paixão por livros rivaliza-se apenas a sua pelas mulheres. leia mais sobre mim.

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