hoje acordei com uma vontade de fazer tudo diferente. até agora escrevi apenas pequenas notas por aqui, mas como sempre gosto de experimentar coisas novas (nos mais variados sentidos), decidi escrever algo de verdade, um relato nada emocionante (talvez um pouco) do meu dia.
como prometido não começarei meu relato pela hora que acordei e sim quando fui dormir ou melhor com o assunto que tirou boa parte de meu sono. passei a noite entretido com meu novo vício, ler blogs. nesta noite em específico, selecionei o incompletudes da K.. a K. é uma mulher intensa. garotas assim, são um desafio, é verdade, são complicadas e enigmáticas. e geralmente, valem a pena. não estou aqui levantando uma bandeira vermelha ou algo parecido mas a cada dia que passa, fico mais impressionado com o poder exercido pelas palavras, esta garota tirou meu sono sem tirar nem uma peça de roupa se quer. um ato notável.
por volta das três e tantas da madrugada e já embriagado em grande parte de suas idéias, decidi ir dormir. meu desejado sono no fim das contas tornou-se um breve cochilo pois às cinco e pouquinho meu despertador me arrancou bruscamente de meus sonhos (merda, justo agora que ela estava…). lembrei-me que havia prometido caminhar com minha mãe (que idéia brilhante, ser um bom filho e ainda por cima neste frio!). passado o choque inicial e já bem desperto (nada que uma xícara de café bem quente feito na hora e um pedaço da pizza portuguesa de ontem não ajudem), fui para o sacrifício. confesso que após passar uma horinha com minha mãe, meu humor melhorou, já o sono, nem um pouco. no fim das contas gosto dos meus momentos ao lado dela.
persistindo com minha vontade (normalmente estou dormindo), decidi trabalhar (que se danem os prazos, escolhi ser freelancer justamente para poder fazer o que der na telha! quer saber, vou tirar uma folga), decidi passar a manhã todinha assistindo uma série que baixei no meu notebook, Californication (alguém já assistiu?) com o David Duchovny de X-Files (que também adoro).
após três episódios ou quase isto, cai no sono. acordei com meu celular vibrando (puta merda, é hoje. cochilei faz apenas dez minutos, não é possível! mêo, já são duas e meia! quantas horas eu dormi?), era uma velha amiga me convidando para um churrasco em sua casa, nada mal, para quem queria variar um pouco, o dia promete ser melhor do que a encomenda afinal piscina, garotas bonitas, pouca roupa, muito sol, meus melhores amigos, comida e bebida a vontade. como sempre fiquei no whisky (nem tudo tem que ser diferente). desta pequena festa não tenho muito a declarar, passei a maior parte do tempo bebendo, rindo, apostando no texas hold’em, curtindo o som nas piscina e hmm… deixa pra lá. de mais interessante foi um convite que recebi para uma festa “intima” num flat amanhã a noite numa das área mais nobre de são paulo. estas festas são famosas pelos seus excessos. se você bebe, você fica de porre; se droga, opção é que não falta; mulheres também não (é claro).
cheguei em casa a pouco, adoro a cidade no feriado livre de todo o trânsito, olho no relógio e são dez e três, tenho que trabalhar. como não tenho aula de francês amanhã, vou acordar bem tarde. preciso de um banho, a noite mais uma vez será longa.


Ok, vamos por partes…
- Cheguei aqui pelo blog da Urban, o Eroticidades, um comentário que fez.
- Gostei das suas notas, mas decidi comentar justamente em um quase-testamento.
- Também gosto do blog da K. continuo sendo leitora muitos meses depois desde o primeiro post.
- Não consigo caminhar conversando, muito menos no ritmo da minha mãe. Adorrar papear com ela não basta.
- Também sou freela e no fim acabamos virando escravos do trabalho, se não me dou direito ao ócio de vez em quando, piro, endoideço.
- Adoro Californication, o Duchovny é o máximo.
- Sobre festas “íntimas” em endereços badalados, uma dica, se liga no teu copo, o resto vai da vontade de cada um. Foda (literalmente) é perder a consciencia, putaria é bom e melhor ainda, lembrar dela.
Beijocas.
B.